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11/06/11

Só um cheirinho da 7ª



(Este blog já morreu, isto são só aparições. O que prova que a vida depois da morte existe)

26/01/10

7ª Crítica- Up (com Mantorras e Avatar ,metidos ao barulho!!)


Olha quem está de volta, esse mesmo, o Mantorras já voltou depois de uma magnifica prestação no CAN em que jogou em todos os jogos (treino)...
Mas não é do Mantorras que estou aqui para vos falar, até porque ele entretanto lesionou-se a descer nas escadas do avião, e lesionou-se de novo a por o carro a trabalhar, a primeira no dedo mindinho do pé(não sei se é assim que se chama mas vocês sabem do que estou a falar) e na segunda partiu o carpo e o pisiforme em 2 sítios.. O que significa que o Jesus não vai poder contar com ele nos próximos tempos (lá vamos ter que contratar outro gajo tipo kardec, que é mesmo muito bom em acertar nos postes).
Bem desviei-me um bocado do tema, porque quem voltou mesmo(para além do Torras) é a Sétima Critica, uma rubrica cá da chafarica que é uma espécie de Lauro Dérmio dos tempos modernos.
Portanto venho cá para vos aconselhar a ver o "Up, in the air", traduzido em tuga para "Amor sem escala", ou "Nas nuvens" (o gajo que traduziu fez Inglês técnico com o Sócrates), é grande filme com George Clooney numa bela interpretação, com uma história original, diz a apresentação do filme na TV que é uma comédia romântica, mas eu acho que não. Up é mais um drama com piada, que retrata o flagelo que é o desemprego actual no Mundo, mas mete lá uma história de pretenso amor.
Entre este menino (o Up claro) e o Avatar, 30 vezes o Up, aliás o Up dá 10 a zero ao Avatar (belo raciocínio matemático), aconselho vivamente. A historia não a vou contar, têm que ver o filme, claro que vão chover as criticas (os comentários são sempre muitos aqui no estaminé) a dizer que Avatar é grande filme, e que é muito melhor que o Up, opa cada um com a sua toléria, eu até acho que Avatar é fixe, mas não gostei pronto !!! Dizem que é uma crítica ao imperialismo e capitalismo, eu a isso respondo: deixem de ser Comunistas, para isso aturo o e a Vera a tentar inscrever-me na Juventude Comunista, o Avatar é um filme com efeitos visuais muito bons, a historia é que deixou um pouco a desejar, um pouco original, mas também um pouco batida..
Resumindo prefiro o George Clooney a espalhar magia nos aviões (não confundir com os gajos que espalharam magia com aviões no World Trade Center) do que o James Cameron com a crise pós-Titanic...

LT

PS: para quem não teve anatomia, ou como eu, não estudou grande coisa para anatomia (Cainhos fazes parte de que grupo?) o pisiforme e o carpo sao uns osso ali para a zona do pulso, mão e redondezas!! Tive que explicar senão não percebiam a piada.. Ah! Ainda não perceberam? Fdx, o Torras roda o pulso para pôr o carro a trabalhar e lesiona-se, caralha está boa!!! Não? Bem se calhar é melhor ficar por aqui.. Estimei muito em vê-los principalmente!!!

02/08/09

7ª Crítica

A Sétima voltou, eu sei que ninguém quer saber, mas ela voltou, e ela é quem sabe, ela é quem manda.

Requiem For a Dream

Filme estranho, psicótico, sem altos mas também sem baixos. Banda sonora viciante, e só precisa de uma música para o ser. Filme que deixa uma mensagem que todos já conhecemos, mas nem todos compreendemos.

Filme que vale a pena.


I Love you Men

Uma excelente surpresa. Comédia romântica, mas muito mais comédia que propriamente romantismos. O filme tem um dos melhores arrotos da historia do cinema bem como um dos melhores vómitos. Já perceberam como o filme é romântico?

Filme que vale a pena.

PS: No final esperem que passem as primeira letras, tem mais cenas.


Knowing

Boa historia base, péssimo filme. Nicolas Cage deveria seleccionar melhor os papeis que recentemente tem aceitado.

Não vale a pena.


Mini mini 7ª crítica:

Angels and Demons - Vale a pena

Hangover - Vale a pena

Nightmare in the museum - Não vale a pena

Ocenans 13 - Ainda vale a pena

Velocidade Furiosa 3 - Entre o não vale a pena e o vale a pena.

15/04/09

7ª Crítica - Closer



Simplesmente um post para identificar o melhor filme “romântico” de sempre na minha opinião…e não há mais nada a dizer…elenco adequadíssimo com Clive Owen e Natalie Portman a saltarem para nomeações ao Oscar(!) e uma Julia Roberts a secundarizar sem qualquer egoísmo uma obra-prima.

Fica um murro no estômago e um grito agarrado na garganta…num final à jami!

Sérgio Costa.

14/04/09

Séries Obrigatórias..

· Lost – Já tudo foi dito sobre Lost, aqui em inúmeros sítios, é sem dúvida a melhor série da actualidade e uma das melhores de sempre (não me ocorre nenhuma melhor). O drama, a história, a forma como tudo se encaixa, o suspense, não há palavras, é sem dúvida fantástica e actualmente não perco um episódio.

· House – Hugh Laurie no seu melhor, a série é ele, mas também os argumentistas que escrevem o melhor que pode haver para tirar o melhor do actor. Teve um período algo negro no inicio desta temporada, mas já voltou ao costume, muito boa, também não dá para deixar de ver. Já agora onde vão desencantar as musicas que se ouvem no fim de cada episódio? Muito boas mesmo.

· 24 – Se calhar esta é daquelas que ninguém estava á espera, mas 24 para mim é sem dúvida nenhuma a melhor serie de acção que rola por aí. Tal como Lost deixa sempre antever um próximo episódio fantástico no fim de cada episódio, apesar de não ter o brilhantismo de Lost é tão viciante como esta.

· How i meet your mother – Uma série de humor do género de “Friends”, com boas interpretações individuais, e com um óptimo argumento. Não é tão boa como Friends mas entretém muito bem, e tem momentos de sobra para dar umas gargalhadas.

Estas são as 4 séries que neste momento não perco episódio nenhum, séries como Heroes, Prison Break, Dexter e Eli Stone e Anatomia de Grey perdi um pouco o contacto, nem sei se as ultimas temporadas são boas ou não, vale a pena começar a ver essas também?


LT

21/03/09

7ª Crítica - Grand Torino

Dizer que Clint Eastwood é como o vinho do porto, é um cliché que não consigo resistir.

Actor principal e realizador de Grand Torino, Clint Eastwood desempenha os dois papeis na perfeição.

No papel racista de veterano de guerra que odeio tudo que não é americano, Eastwood vê-se envolvido no meio do problema social americano das gangues e do destino previamente traçado dos jovens dessas classes sociais. Um problema sem solução, como nos prova o final.

Mas que grande final.

Um filme a ver num cinema perto de si.

Nuno Silva

05/03/09

Começou

Depois de 7 episódios introdutórios, Lost começou.


Não quero com isto dizer que os primeiros episódios foram fracos. Não, todos os episódios em Lost são excelentes, ás vezes só descobrimos a sua excelência alguns episódios ou mesmo temporadas depois, mas descobrimos. No entanto quem gosta de Lost sabe o que eu estou a falar. Não há série que crie tanta expectativa no final de cada episódio como esta. Não há.

Este oitavo episódio é fresco, lembra os velhos tempos, é daqueles (são quase todos é certo) que nos deixa com aquela sensação na barriga. Aquela, voçes sabem, eu sei que sabem.

A melhor série de todos os tempos começou, e são tantos os pormenores jogados para o ecrã, que Lost obriganos a ver e rever todas as outras temporadas.

E é que nunca nos cansamos.


Nuno Silva - a pensar tirar férias

07/02/09

7ª Crítica - The Boy in the Striped Pajamas

Depois de uns tempos sombrios, onde de Hollywood só saía entulho comercial, parece que o bom cinema está novamente a regressar.

Este "The Boy in the Striped Pajamas" é mais um excelente filme, que acompanha outros filmes ainda frescos (este e estes, p.e.).

São vários os filmes sobre o "reinado" de Hitler. São vários os filmes fantásticos, ajudados claramente por servirem sempre também como um documentário desses tempos. Nenhum deles porém (que me lembre) mostrou o Holocausto através dos olhos inocentes de um rapaz de 8 anos.

É a inocência que torna este filme especial e ao mesmo tempo transforma o extermínio Judeu num acontecimento ainda mais atroz(se tal é possível).


Espanta-me que o filme não esteja entre os nomeados para os Oscares. O que posso afirmar, acima de tudo, é que o filme é realmente bom e por isso fortemente recomendável.


Nuno Silva

14/01/09

7ª Crítica - The Curious Case of Benjamin Button; Seven Pounds; Slumdog Millionaire

The Curious Case of Benjamin Button

Um romance completamente diferente do que estamos habituados. Se gostam de amores impossíveis então este é o vosso filme.

No entanto o tão falado filme de David Fincher não desilude mas também não encanta completamente. A mesma frase pode ser usada para a tão falada interpretação de Bradd Pitt. É boa, mas não é fenomenal.

Talvez por ter as expectativas demasiado elevadas o filme acabou por não me encher as medias. Mas em todo o caso é obrigatório.


Seven Pounds

Mais um amor impossível. Seven Pounds é um filme de luxo, amor e drama juntam-se e criam uma obra prima.

A interpretação de Will Smith é extraordinária, aquele olhar constantemente triste, o jeito acanhado. Muito boa mesmo
Um filme recheado de pormenores deliciosos com um misterioso enredo que termina de forma fenomenal.

É sem dúvida absolutamente obrigatório, não só para quem gosta de romances, mas para quem gosta de cinema.


Slumdog Millionaire

Mais um romance dramático.

Confesso que estava reticente em assistir este filme. Uma produção de Bollywood (Índia) e Hollywood, com uma história baseada no concurso "Quem quer ser milionário", não me chamava muito à atenção. Mas depois da surpreendente vitória nos Globos de Ouro decidi mesmo assistir.

E o filme é mesmo surpreendente. Uma história verídica, bastante romanceada porem, que nos transporta para as "favelas" da Índia, e nos prende ao ecrã. Prende-nos pela impressionante história e destino da vida do protagonista, prende-nos pela dura realidade indiana, prende-nos pelo brilhante romance apresentado.


O filme tem um toque de Cidade de Deus, mas num contexto romântico. É claro obrigatório e candidato ao Oscar mor.


Nuno Silva

07/01/09

7ª Crítica - August

O filme da "história que nunca daria um filme". Acho que é a melhor forma de descrever este estranho August.


August é daqueles filmes que 90% das pessoas diriam que é fraco, muito fraco até. No entanto devo confessar que o filme têm alguma coisa de especial que não consigo explicar. Talvez por retratar uma história trivial, com uma personagem especial, muito bem interpretada pelo sósia do Brad Pitt, Josh Hartnett. Talvez pela sensação que o final do filme deveria ser apenas o meio. Certo é que o filme consegue agarrar-nos ao ecrã, e talvez por nos conseguir agarrar ao ecrã é que pretendemos mais. Mais romance mais showbusiness, mais Hartnett, mais...


Por tudo isto aquele simples final fica bem perto do soberbo.



Recomendo a quem quiser arriscar.


Nuno Silva

7ª Crítica - Milk

A Sétima entra em 2009 sem preconceitos:



Milk é um cinematografia do político, Harvey Milk, que cometeu o feito de ser o primeiro homossexual assumido a exercer um cargo político nos EUA.
Milk recruta-nos para um mundo que conhecemos e que muitas vezes fazemos parte dele, um mundo de preconceitos e injustiça social para com os gays. Milk recruta-nos, mas Milk acaba por nos ensinar algo importante. Esta é uma conquista ganha pelo realizador. Gus Van Sant dirige muito bem o filme, com uma qualidade de imagem propositadamente "fraca", e com o recorrer de imagens reais da época, o realizador coloca-nos em plenos anos 70. Imagino que para qualquer homossexual que tenha presenciado todos aqueles momentos, o filme deve ser mesmo soberbo.

O filme, que vai ferir a sensibilidade dos heterossexuais machistas pois retrata várias cenas de sexo homossexual, é obrigatório pela força de liberdade que transmite.

Digo eu que este filme vai com toda a certeza dar a nomeação para um oscar a Sean Penn, ou mesmo o oscar.



Nuno Silva

16/11/08

7ª Crítica - The Mentalist

A Sétima volta, depois de umas merecidas férias, com uma serie policial.


Dado à saturação de series policiais é possível que vosso interesse tenha baixado instantaneamente com esta The Mentalist. Mas e se ela tiver uma pitada de House?


Tal como Hugh Laurie, Simon Baker (P. Jane) centra todas as atenções em "The Mentalist", interpretando a personagem de forma soberba. Também Jane tem uma capacidade de observação e dedução fora do normal. Jane só não comete actos pouco coniventes com a profissão, porque na realidade ele nem sequer é policia, é apenas um ajudante.

Jane diverge no entanto de House, pois é uma personagem simpática e afável, aspectos importantes para ganhar a confiança das outras pessoas.

Concluindo, The Mentalist é um policial que vale a pena e vai com toda a certeza estrear brevemente em Portugal (dedução lá está) resta saber se será por cabo ou em canal aberto.


Nuno Silva - Encontrou a Sétima:)

01/08/08

7ª Crítica - Tropa de Elite

Parrapa pa pa pa pa pa. Só quando vi o filme é que me apercebi que o refrão da musica simboliza o som de tiros (Ando um bocado lento eu sei) . Tropa de Elite é excepcional, é Mani. Tropa de Elite é inacreditavelmente bom. Tropa de Elite é daqueles filmes para o qual Hollywood devia por os olhinhos para ver se deixam de fazer as tretas que têm feito.

Pode não ser soberbamente realizado, como foi Cidade de Deus, mas é soberbamente escrito. A opção pela narrativa (pelo Capitão Nascimento) é muito bem escolhida, pois confere um retrato ainda mais real da bruta realidade brasileira.

Neste filme ninguém é herói. A policia tradicional é completamente arrasada, escapam alguns polícias honestos que são no entanto vencidos pelo sistema. Os traficantes são claro tratados abaixo de cão. O BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) é, e ao contrário do que muitos críticos brasileiros escreveram, duramente criticado. O Estilo "Olho por Olho, Dente por Dente", ou como diz o protagonista "O BOPE quando entra numa favela é para matar, não é para ser morto" são métodos demasiado à margem da lei, e daí inaceitáveis para qualquer democracia que se preze.

Tropa de Elite vai aos extremos, de um lado mostra a promiscuidade entre policias corruptos e lideres das favelas, do outro uma policia incorruptível mas demasiado assassina, que com os seus métodos fomenta ainda mais a raiva dos habitantes da favela pelas forças da ordem. O filme é a explicação perfeita do problema sem solução.

"Bota na conta do Papa." Sem margens para dúvidas, a frase do filme. O Capitão Nascimento ordena desta forma a execução de um habitante da favela. (Link da cena)
João Paulo II, em visita ao Brasil exigiu ficar alojado perto da favela. A razão era que preferia ficar mais perto dos pobres do que dos ricos. Teoricamente é muito bonito, na prática muitos tiveram de morrer para vossa excelência permanecer em segurança no topo da favela. A igreja também não escapa à critica neste Tropa de Elite.

Concluo onde comecei, Tropa de Elite é um oásis neste deserto que tem sido a industria cinematográfica. Altamente recomendável.


Nuno Silva - Será que os portugueses nunca vão conseguir fazer um filme soberbo?

28/07/08

7ª Crítica


"Tropa de elite" não decepcionou as minhas expectativas, não obstante de não ser um filme excepcional . Não é um "Cidade de Deus 2", é mais comercial, tem menos pormenores de realização de excelência...mas tem do seu lado o relato de uma realidade que para nós nos parece ficção e que por ser verdade é ainda mais valioso do ponto de vista cinematográfico.

Aconselho.















H - qualquer soldado da tropa de elite era um menino na praxe de nutrição...

16/07/08

7ª Crítica

Como o Luís nunca mais se decide a fazer uma crítica a House, vou aqui colocar pela primeira vez um texto que não é nosso, mas no entanto pela sua genialidade merece figurar por cá.


" Dr. House é um chamado procedural. Tem uma fórmula base que se estende à grande maioria dos episódios: o paciente da semana é apresentado; genérico inicial; House faz alguma coisa extravagante e é apresentado ao paciente; paciente piora; House faz mais qualquer coisa excêntrica; o paciente melhora; House volta com as loucuras; o paciente piora e fica quase a morrer; graças às suas loucuras, House chega a mais uma brilhante conclusão sobre o caso da semana; o paciente fica curado; genérico final. Isto é, mais decote de Cuddy, menos decote de Cuddy, como funciona a série. Contudo, e desde o primeiro instante, David Shore sempre se preocupou a fazer da série algo mais do que isso, ao tentar diferenciá-la de todos os outros procedurals que habitam na televisão americana.

80% do sucesso programa assenta em Hugh Laurie e no seu Gregory House. Mas os restantes 20% são também essenciais para que a série seja o fenómeno que todos conhecemos. A começar por um elenco secundário bastante competente, que, embora muitas vezes esquecido, nunca deixa de estar à altura do que lhe é pedido. E, claro, o argumento, um dos melhores da actualidade. E é o esforço dos argumentistas em desenvolver cada uma das personagens que elevam Dr. House a um novo patamar."

....

Para ler aqui.


Nuno Silva

11/07/08

7ª Crítica

Mais dois filmes a adicionar a esta rubrica!


"Acordado” é um filme peculiar. Numa apreciação final, o filme não é mau, gostei. A determinada altura do filme temi que fosse muito mau. Porém, com o desenrolar do filme, este revela-se uma caixa de surpresas. Não é um filme fantástico mas vê-se muito bem!









“Deja-vu” é um filme brilhantemente paradoxal. Não é totalmente coerente mas também não é isso que se espera de um filme deste tipo. É um filme empolgante no qual cada detalhe conta. Mais um bom filme!







Vi também 10 minutos do “Assassinato de Jesse James” sem legendas e posso dizer que a pronúncia deles não é fácil. Quando vir o filme na totalidade digo algo…


Por agora é tudo...


H

09/07/08

7ªa Critica

Conforme prometido, venho dar a minha opinião relativa ao "O Paciente Inglês". Apesar de não o ter visto com a melhor disposição, o filme é muito bom pelo que aconselho a verem-no. O filme é um bocado morno durante uma boa parte. Como é muito longo, a dada altura cheguei a pensar "Isto precisa de um final muito bom para compensar" e a verdade é que ele acabou por chegar. O final é muito bom e dá aquele brilho ao filme.
Vejam e comentem! Isto sim é um filme... Se houver alguém que consiga estabelecer uma analogia entre isto e juno =)


H

08/07/08

7ª Crítica

Eu interrompo um jejum de posts que dura já há algum tempo (luís topaste o "há" ?) para poupar dinheiro aos leitores. Pois é pessoal, se por algum motivo (auto-flagelação por exemplo) quiserem ver um filme de merda liguem a televisão num dos 4 canais nacionais. Não precisam de gastar dinheiro a alugar "Juno". O filme é muito mau, mesmo. Salvaguardo que esta opinião não é partilhada pelos restantes elementos do núcleo.






Já o filme "The ring, o aviso" é bom e aconselho-o a verem sozinhos em casa e não com o melhor amigo pois quebra o clima de "medo". Espero em breve ver o "the ring, o aviso - 2"... Promete!





Também vi o "Padrinho...mas pouco". Mais uma comédia romântica porreirinha... Nunca mais chega o "Notting Hill 2"... =)











Já alugado tenho "o paciente inglês". Depois conto como foi... Um abraço


H

05/05/08

7a Crítica_Ponham lá o Bruno Nogueira a fazer o "The Office"

Ora vou falar da mais recente estreia da RTP, dos “Contemporâneos”, não me vou estender em críticas nem elogios, vi, algumas coisas gostei, outras nem por isso. Nuno Lopes é um actor fantástico, fadado para comédias, muito bom mesmo, metem-lhe 1 bigode e mesmo sem textos mirabolantes o homem tem piada. A Maria Rueff é mais do mesmo, confesso que no “Herman” era a que menos gostava, mas aqui até tem piada nestes “contemporâneos”. O actor careca, que julgo se chama Dinarte Branco, não está mal, mas também não esteve brilhante. O outro jovem, que já fez de Alvaro Cunhal em “Até Amanha Camaradas”, é um excelente actor, Gonçalo Waddington, como comprovou nesta mini-série da Sic, mas comédia não é o forte dele, foi o que gostei menos. O Markl e o Madeira até nem tiveram mal de todo, tendo em conta que não são actores.
Agora o Bruno Nogueira, porra que o gajo tem mesmo jeito, com um estilo muito próprio, mas ao mesmo tempo um estilo que eu adoro, parecido com “The Office” e “Extras”, aquele humor de cócegas. Fantástico a forma como apresenta a equipa no fim do programa, e mesmo aquele inicio á “Stand Up” esteve muito bem, realmente este jovem podia muito bem substituir o Steve Carrel ( que também é fantástico) ou então fazer um “O Escritório”, uma cena bem tuga…
O saldo final deste primeiro episódio é positivo, teve ideias engraçadas, gostei do alinhamento do programa metendo o Bruno a fazer “stand up” pelo meio, foi original, e a conferência de imprensa "á Vieira" foi muito boa, a parte menos conseguida foi a dos “Sousas”, em que só o Bruno a comer uma maça e a dar tiros feito maluco é que deram piada á cena.
E mais não digo, no futuro talvez se meta aqui um vídeo ou outro mais engraçado da série, mas até agora o melhor até é a publicidade, em que eles se comparam ao “Gato fedorento”, muito bom, muito bom mesmo.

LT

01/04/08

Sétima Critica, este é mesmo Bom.


Já vi o filme á algum tempo, mas só hoje o vou colocar aqui na sétima crítica, falo-vos de “Juno”. O filme tem o nome da miúda que o protagoniza, que com 16 anos se vê grávida, coisa enfrentada de uma forma muito peculiar. A sua personalidade cativante, a sua forma de ver as coisas, os diálogos, pá, fantástico, bom muito bom. O pai da criança com aquele jeito que de Mr. Bean, muito bom, muito bom mesmo.

Se há coisa que Juno é, é bom. Muito bom. Bem escrito, interpretado, dirigido com delicadeza por Jason Reitman e com essa coisa absolutamente contagiante que é perceber-se que quem fez o filme adora todas aquelas personagens e, das mais importantes às mais secundárias, a todas e dá aos respectivos e extraordinários actores a oportunidade de brilhar.

Juno é a comédia deste ano, até agora, e durante o tempo que dura, esta história de gravidez teen e de amores e desamores cruzados, ela consegue fazer com que o espectador sinta que está a ver a pequena história mais importante do mundo, e não é qualquer um que consegue tal proeza. E sim, é uma comédia, não é um drama. Uma comédia, hoje em dia, não é necessariamente uma máquina de cócegas, momentos de The Office e Extras, de Ricky Gervais, provam que hoje em dia a comédia pode roçar a tristeza e a angústia sem deixar de ser comédia, e as cócegas que Juno faz são, acima de tudo, na inteligência. É um regalo de filme, e mais um que aconselho.



LT